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Siem Reap – Parte II – O que fazer

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Siem Reap o que fazer – Navegue pelo índice do post para ir ao assunto que te interessa nessa página:

 

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O que fazer em Siem Reap:

​- Angkor National Museum: Como nós fomos a pé do restaurante Café Indochine, passamos por um templo budista (Preah Ang Chek), e também pelo Royal Gardens – uma espécie de praça bem grande bonita em frente ao Royal Residence, residência oficial do rei do Camboja (embora ele passe a maior parte do tempo na capital Phnom Penh). O Museu ficava perto do Royal Gardens, e vale a pena dar uma voltinha nessa praça.

O museu é bem grande e tem um jardim bonito na entrada, acho que ficamos 2 horas e meia por lá e porque olhamos bem rápido. O ingresso custou US$ 12 por pessoa, mas pagamos US$ 11 porque o nosso hotel deu um ticket de US$ 1 para o museu.

Na entrada você pode optar por ter um áudio guia por US$ 5, não queríamos gastar, mas acho bem válido ter o guia. É um celular com fone e conforme você vai passando pelos números é só apertar o que você quer ouvir.

O museu apresenta a história do Camboja em torno de Angkor e é dividido em 8 salas, algumas interligadas. Tem 2 andares e nos corredores também são exibidos alguns artefatos, objetos de pedra além de quadros. Dentro das salas não é permitido fotografar e nem filmar. E os textos estão escritos na língua oficial e também em inglês. Muitas peças foram retiradas dos templos.

​Como chegar: Charles De Gaulle, Krong – Siem Reap. Funcionamento: 08:30 às 18h. Nós fomos a pé do restaurante em que estávamos (Café Indochine), mas você pode pegar um tuk tuk que não é longe e não vai sair caro. Mas para ir a pé da Pub Street leva 30 minutos.

Obs: nos guiamos pelo Maps do Google, por isso a internet é importante.

 

Museu Nacional Angkor
Museu Nacional de Angkor.
lado externo
Parte de fora do museu.
lado externo
Parte de fora do museu.
entrada
Entrada.
Museu Nacional Angkor
Museu Nacional de Angkor
Museu Nacional Angkor
Museu Nacional de Angkor
exposição quadros
Exposição de quadros.
Museu Nacional Angkor
Museu Nacional de Angkor
interior museu
Museu por dentro. As salas onde ficam as exposições.
sala
Entrada de uma das salas.
imagem
Imagem explicando algumas vestimentas.
artefato
Um dos artefatos do museu.
sala por dentro
Uma das salas por dentro, já na saída.
Mapa do museu
Mapa do museu.


– Pub Street e arredores: É uma rua bem movimentada, colorida e barulhenta, muito barulhenta. Lembra um pouco a Khao San Road em Bangkok, mas com um ar diferente. Na rua tem muito, mas muito motorista de tuk tuk perturbando o tempo todo perguntando: Tuk tuk?, você diz não e eles falam, tuk tuk tomorow? Tanto é que tem uma camisa vendendo na rua que diz: “Tuk tuk? Not today, not tomorow!”.

Tem também barraquinhas vendendo insetos e sorvete feito na chapa de gelo, que estava bem gostoso, por US$ 2,50, bebidas alcoólicas entre outras coisas. E lojas vendendo de tudo também: joias, roupas, souvenirs, bolsas, com preços mais caros que os das feirinhas. Além de muitas casas de massagem e restaurantes.

​Como chegar: Tem uma placa luminosa indicando ela, é muito fácil de achar. Se for de tuk tuk é só pedir pra deixar lá. Fica perto do rio e do Old Market.

Pub Street
Inicio da Pub Street.
Pub Street.
Pub Street.
casa massagem
Casa de massagem na Pub Street.
lojas
Ruas com várias lojas.
barraquinha sorvete
Barraquinha de sorvete da Pub Street.
sorvete chapa
Sorvete na chapa.

 

 

Os templos de Siem Reap

Veja um vídeo do circuito pequeno de templos :

 

Veja esse vídeo com os templos do Circuito Grande.

 

 

Angkor foi a capital do Império Khmer, construída em meio à floresta. No seu auge, chegou a abrigar mais de um milhão de pessoas. Como comparação, Londres só atingiu essa marca mais de 800 anos depois! Situada em uma região de monções, seu povo se destacou pelos seus sistemas hidráulicos de canais e reservatórios, ajudando na irrigação dos imensos campos de arroz. Não é nenhum exagero dizer que Angkor era uma das cidades mais evoluídas da época.

O rei Jayavarman II misturou a cultura hinduísta a budista. Por isso às vezes é meio confuso saber qual prática religiosa era feita em alguns templos. O porquê do declínio de Angkor é um assunto controverso até hoje, mas suspeita-se que foi devido a um longo período de seca, seguido por fortíssimas inundações, destruindo grande parte da infraestrutura da megacidade. Já nos tempos atuais se tornou Parque Arqueológico e patrimônio mundial da UNESCO. E não é à toa.

Primeiramente, para andar por entre os templos é fundamental um meio de transporte. Tem a opção de bicicleta, mas não aconselho. Fechamos um tuk tuk por ser a opção com melhor custo benefício, mas também tem a opção de carro fechado e vans de turismo. O único chato do tuk tuk é o calor do cão que faz, além da poeira na cara haha.

Queríamos fazer com o Mr. Phai, que nos buscou no aeroporto, porque ele era muito simpático. Então fechamos pelo nosso hotel, aí não sei se em outro lugar ficaria mais em conta. Os valores foram: Circuito pequeno por US$ 18 e Circuito grande com nascer do sol US$ 23. Também não sei se todos os motoristas fazem isso, mas Phai levou uma caixa térmica com bebidas, água, refrigerante e cerveja de graça, para nosso consumo.

E quando acabou ele repôs. Ele foi muito legal conosco, é uma pessoa simples, na dele, super respeitoso e nos ajudou com tudo. Ficava preocupado quando a gente não parava para almoçar rs e explicava tudo que precisávamos. Então fica aí essa indicação que não tem erro. Ele também nos levou para o aeroporto na volta para Bangkok e demos uma gorjeta para ele que ficou muito agradecido.

 

Mr. Phai

Mr. Phai

 

No primeiro dia do passeio fizemos o circuito pequeno, mas antes passamos em um prédio grande que é onde ficam as bilheterias que vendem o ingresso para os templos. As filas são grandes, a nossa sorte foi o Phai ficar catando uma menor e nos encaminhar. Ficamos uns 15 min na fila. Na sua vez você decide quantos dias de entrada você quer: US$ 37 um dia, US$ 62 três dias. 3 dias é o suficiente, nós só tínhamos dois então ficou bem corrido.

Eles tiram sua foto e entregam um cartão de papel com sua foto nele. Lá dentro vendem aquele plástico para usar o ticket como um crachá, mas é opcional. Nós levamos no bolso mesmo. E você deve mostrá-lo toda vez que entrar em um templo.

​Dica: Como nós chegamos um pouco tarde no dia anterior ao passeio e fizemos tudo correndo, acabamos fechando o passeio à noite e o motorista só nos buscou as 8:30h, porque avisamos tarde a ele.

Então o melhor a fazer é assim que chegar no hotel já fechar os dois dias de passeio, ou mais se for fazer. É importante sair cedo, senão não dá tempo de ver tudo com calma, até porque a entrada nos templos fecha às 17h. E você vai parar no primeiro dia para comprar ingresso e para almoço.

Obs: Mulheres não podem andar de braços e pernas de fora nos templos. Um dia fui de camiseta (é muito calor) e coloquei a echarpe por cima, então quando eu não aguentava tirava um pouco, mas para entrar tem que usar. E homens de blusa com manga.

 

local para comprar imgressos
Local onde paramos para comprar os ingressos.
guichês
Guichês.
compra ingresso
Filas para comprar ingressos.

 

Circuito pequeno

Tem esse nome porque a distância entre os templos é menor, mas a quantidade de templos para visitar é maior. Todos os templos possuem uma placa explicativa na entrada e algumas tem o mapa do lugar. Fizemos ele no fluxo contrário para pegar menos turistas. O caminho até os templos é bem bonito, com árvores e a pista é boa. Phai nos deixava na porta e no fim voltávamos para encontrá-lo. Alguns templos tinham saídas do outro lado, então ele nos buscava do outro lado.

 

Mapa dos templos.

Mapa dos templos.

Tabela do mr. Phai com os passeios e paradas que ele faz.

 

Seguimos essa ordem:

Prasat Kravan: Esse templo foi bem rápido de conhecer. É uma estrutura pequena comparada aos outros. É um templo, que não pode entrar, com algumas ruínas do lado de fora. Com esculturas de animais em pedras na entrada, coisa bem característica.

 

placa informativa
Placas que ficam perto de cada templo com informações e algumas tem mapas.
Prasat Cravan
Entrada para Prasat Kravan
Prasat Cravan.
Templo Prasat Kravan.
Criança cambojana.
Criança cambojana.
Prasat Cravan.
Templo Prasat Kravan.
Ruínas de Prasat Kravan.
imagem esculpida pedra
Imagem esculpida na pedra em alto relevo.
animais de pedra
Animais de pedra que são muito comuns nas entradas dos templos.
Ruínas de Prasat Cravan.
Ruínas de Prasat Kravan.

 

 

Srah Srang: Essa segunda parada também foi bem rápida, porque só havia ruínas do que foi um templo de frente para um rio. É bem bonito, mas é pequeno, pois consiste basicamente de um elevado de pedra com escadas e as esculturas de animais, virados para o rio. E em frente a ele ficava o terceiro templo que visitamos. Era só atravessar a rua. No espaço ao lado tinham muitas barraquinhas vendendo suvenirs.

 

feirinha
Feirinha em volta do sítio arqueológico de Srah Srang.
Ruínas de Srah Srang.
Ruínas de Srah Srang.
placa
Placas que ficam perto de cada templo com informações e algumas tem mapas.
vista lago
Vista para o lago das ruínas de Srah Srang.
Ruínas de Srah Srang.
Ruínas de Srah Srang.
Esculturas de pedra.
Ruínas de Srah Srang.
Ruínas de Srah Srang.
Ruínas de Srah Srang.
Ruínas de Srah Srang.

 

 

Banteay Kdei: Esse já começou a ficar maior. Você entra por um portão de pedras, que é a entrada do templo e passa por um corredor longo de terra e vegetação até encontrar o restante das ruínas, como se entrasse primeiro passando pelo jardim da casa. Nesse jardim há algumas ruínas de templos menores. Portas grandes, esculturas esculpidas em pedras, desenhos nas paredes em relevo, rodeado por vegetação e ruínas no chão; é assim que se descreve a maioria dos templos, mas cada um com sua beleza única.

Dentro desse templo, e em alguns outros, tinha um monge que fica vendendo pulseirinhas. Em alguns trechos haviam madeiras para suportar algumas paredes além de fitas envolvendo algumas torres. Infelizmente com o desgaste do tempo e o turismo em massa as coisas vão se deteriorando. Nesse templo, Mr. Phai nos buscou do outro lado.

 

entrada.
Entrada que fica em frente às ruínas de Srah Srang.
entrada
Uma das entradas do templo.
Caminho que fazemos até chegar no templo.
outras ruínas
Outras ruínas que ficam no jardim antes de entrar em Banteay Kdei.
entrada Banteay Kdei
Entrada do templo de Banteay Kdei.
ruínas
Essa e a maioria das ruínas dos templos estão próximas de desmoronar e por isso tem ajuda de fitas e madeiras.
ruínas em restauração
Essa e a maioria das ruínas dos templos estão próximas de desmoronar e por isso tem ajuda de fitas e madeiras.
Ruínas de Banteay Kdei.
Ruínas de Banteay Kdei.
Ruínas de Banteay Kdei.
Ruínas de Banteay Kdei.
construções
Construções que ainda estão de pé.
Ruínas de Banteay Kdei.
Ruínas de Banteay Kdei.
desenho alto relevo
Desenhos em alto relevo.
Ruínas de Banteay Kdei.
Ruínas de Banteay Kdei.
árvores
Os templos são na maioria cercados por árvores.
saída
Saída.

 

 

Ta Prohm: O mais esperado do dia, não só por ter sido um dos locais de filmagem de Tomb Raider, mas por ter as árvores imensas crescendo em meio as pedras e dando um clima diferente, de algo mais misterioso. Porém perdeu um pouco o clima pela multidão que estava no local hahaha. Ele é um espaço bem maior e com muitas coisas para ver, foi onde ficamos mais tempo.

E em alguns lugares haviam filas para tirar foto, e algumas vezes não eram respeitadas pelos chineses. Em muitos lugares existem grandes árvores que se ergueram por cima do templo, parecendo que fazem parte da construção, com suas largas raízes se espalhando pelas paredes de pedras. As áreas que estão bem arruinadas não estão mais acessíveis aos turistas. Neste templo também há uma grande parte sendo restaurada. De qualquer forma, é realmente muito bonito.

 

carros turistas
Amontoado de carros e tuk tuks de turistas do lado de fora.
entrada espaço Ta Prohm
Entrada para o espaço onde está o Ta Prohm.
mapa
Placa com mapa e lugares importantes do local.
entrada templo.
Entrada do templo de Ta Prohm.
Templo Ta Prohm.
Templo de Ta Prohm.
ruínas Ta Prohm
Ruínas verdes de Ta Prohm.
ruínas destroços
Ruínas e destroços de Templo de Ta Prohm.
templo Ta Prohm
Templo de Ta Prohm.
floresta
Floresta que cerca o espaço.
jardim Ta Prohm.
O incrível jardim de Ta Prohm.
jardim Ta Prohm.
O incrível jardim de Ta Prohm.
reformas
O espaço tem muitas partes em restauração.
Templo Ta Prohm.
Templo de Ta Prohm.
espaço com cerca
Alguns espaços possuem essas cercas de madeira proibindo a entrada. Estraga u pouco a foto , né. Esse é o local do cenário de Tomb Raider.
cenario tomb raider
O famoso cenário do filme Tomb Raider.
raíses de árvore no templo
As raízes que se entranham nas ruínas de Ta Prohm só deixam o lugar mais misterioso e bonito.
ruínas Ta Prohm
Ruínas esmagadas pela natureza.
raízes árvore gigante
Raízes de uma árvore gigante que faz parte do cenário de Ta Prohm.

 

 

Ta Keo: Uma estrutura grande e alta, que para chegar ao topo precisa-se subir escadas estreitas e íngremes. Não ficamos muito tempo nele, só subimos ao topo e descemos. Na parte de baixo eu caminhei um pouco para o lado direito e tinham outras estruturas mais vazias. A vista das ruínas por cima é bonita.

 

Templo Ta Keo .
Templo Ta Keo (consegue ver a gente lá em cima na janela que fica no meio?!? 🙂 )
Templo Ta Keo.
Templo Ta Keo.
Templo Ta Keo.
Templo Ta Keo.
escaedaria
Escadas altas e íngremes.
Templo Ta Keo .
Templo Ta Keo - Lateral do templo.
ruínas
Ruínas do templo.
vista cima templo
Vista de cima do templo.
parte alta templo
Parte mais alta do templo. As escadas são muito estreitas e íngremes.

 

 

Thommanon: Esse templo cobre um espaço pequeno se comparado a outros. Tem uma vegetação bonita ao redor e muda um pouco o cenário. Dá pra ver tudo em pouco tempo também.

 

Templo de Thommanon
Templo Thommanon
Templo de Thommanon
Thommanon
No meio do templo.
Templo Thommanon
Templo de Thommanon
Templo Thommanon
Templo de Thommanon
esculturas
Esculturas nas pedras super trabalhadas.

 

 

Central Angkor Thom:

É um complexo murado, sendo a última capital do Império Khmer. Dentro de seus muros, há várias construções. Tem um gramado bem grande e para entrar você passa pelo Victory Gate. Esse portão está localizado no final da Royal Road, a Estrada Real que se estende até o Terraço dos Elefantes, passando por uma área grande com gramado, onde tem umas barraquinhas e o restaurante em que almoçamos. Depois do almoço, Phai nos deixou perto dos terraços e disse que nos encontrava depois.

Victory Gate.

Victory Gate.

Victory Gate.

Victory Gate.

 

Terrace of the Leper King: O terraço do rei leproso está bem gasto e após subir uma escada você vê um buda no centro do terraço vazio, sem estruturas. Se descer e subir a próxima escadaria chega no Terraço dos Elefantes.

 

Terrace of the Leper King

Escultura do rei leproso (Leper King).

Terrace of the Leper King

Terrace of the Leper King visto do Terrace of the Elephants.

 

Terrace of the Elephants: Terraço dos elefantes que é bem parecido com o anterior, mas tem elefantes de pedra na parede.

 

Terrace of Elephants
Terrace of Elephants vista do Terrace of the Leper King.
Cabeças de elefantes na pedra.
Cabeças de elefantes na pedra.
parte inferior
Parte inferior do Terrace of the Elephants.

 

Indo um pouco mais adiante e descendo para adentrar no complexo, nós passamos por um muro com porta de pedras até dar em outro jardim bem grande onde tem alguns templos a serem visitados.

 

Muro com porta de pedras.

 

Phimeanakas: Um templo alto que cobre um espaço pequeno no jardim, nós não subimos a escadaria, só tiramos fotos na frente dele.

 

Phimeanakas

Phimeanakas.

Phimeanakas

Phimeanakas.

 

Baphuon: Esse templo é bem grande e alto, é dele que se vê um pôr do sol bonito, mas estava nublado e ventando bastante. Não há muito para se ver, e alguns acessos são proibidos, mas a vista do alto é bem legal.

 

entradas proibidas
Algumas entradas são proibidas.
vista terraço
Vista do terraço de Baphuon.
Vista cima
Vista de cima para baixo das escadas íngremes.
Baphuon
Templo Baphuon.
ponte entrada Baphuon.
Mini ponte que fica em frente a entrada de Baphuon.
Templo de Baphuon
Templo de Baphuon.
passagem para Baphuon
Passagem dentro do muro que separa o Templo de Baphuon, do terreno onde estava o Phimeanakas.
Templo de Baphuon,
Templo de Baphuon, parte alta.

 

Bayon: Este também foi um dos mais esperados. Este templo é bem conhecido pelos gigantes rostos desenhados nas pedras. O templo é grande e imponente, com um bonito jardim ao seu redor. Infelizmente não tivemos muito tempo para vê-lo, porque fechava às 17hrs. Acho que vimos apenas um terço do complexo. 🙁 Nossa ideia era visitá-lo novamente no dia seguinte, porém não passamos por ele na volta e acabou não sendo possível… Então não repita o nosso erro e dê uma prioridade a esse templo, pois ele merece!

Ele está localizado no centro de Angkor Thom. Sua principal característica são os imensos rostos de pedra esculpidos no topo de muitas torres. Do lado externo há gravuras esculpidas na parede de pedra que representam momentos históricos.

 

entrada
EntradaTemplo de Bayon.
entrada
EntradaTemplo de Bayon.
desenho alto relevo.
Desenhos em alto relevo em algumas pedras do templo.
parete externa
Parte externa do templo.
Templo Bayon.
Templo de Bayon.
Templo Bayon.
Templo de Bayon.
cabeças esculpidas pedras
As famosas cabeças esculpidas nas pedras.
Templo de Bayon.
ruinas templo
Ruínas do templo.

 

 

Siem Reap o que fazer: Circuito Grande e Nascer do sol em Angkor Wat

 

A distância entre os templos deste circuito é maior, no entanto são poucos para visitar e são menores. Você vai passar a maior parte do dia em Angkor. Resumindo, um dia é suficiente para conhecer esse circuito todo.

Pegamos o tuk tuk às 5 da manhã e o hotel nos deu 3 marmitinhas com nosso café da manhã ( tinha um ovo cozido, duas fatias de pão de forma, um croissant sem recheio, 1 manteiga sem sal e 1 potinho de geleia e duas bananinhas nanicas). Em comparação ao café normal do hotel, achamos bem fraquinho… Confira antes com seu hotel qual é a “marmita” e caso você não goste, peça para trocar ou então compre seu café para levar.

 

Café da manhã do hotel.

 

Mesmo sendo de madrugada e estando tudo escuro ainda, já haviam muitos carros e ônibus de turismo nas ruas formando literalmente um comboio na estrada que levava ao Angkor Wat. Cada carro que passava por nós a agonia de o local estar lotado e não conseguirmos pegar um bom lugar aumentava… então se quiser pegar um lugar legal vá mais cedo do que isso, e leve um casaco porque essa hora faz frio.

Para entrar no complexo, você mostra duas vezes seu cartãozinho/ingresso, e no escuro é chato ficar procurando então deixe ele fácil com você. 😉 Leve uma lanterna ou use a do celular. Não é difícil chegar porque é só seguir a multidão (de preferência ultrapassando o maior número possível de pessoas rsrsrs).

O lugar mais desejado é perto do laguinho do lado esquerdo que tem em frente ao templo para ver a imagem dele refletida na água. O templo mesmo só abre às 8h, mas infelizmente já haviam muitas pessoas e ficamos atrás com a visão um pouco prejudicada.

E para completar, pegamos o tempo nublado então não teve sol :cry:, mas mesmo assim foi muito bonito. Se você tiver com mais tempo tente planejar para um dia com sol, vai ser mais lindo ainda.

 

Angkor Wat no escuro.
Angkor Wat no escuro.
multidão
Multidão preparada para assistir e tirar fotos.
multidão
Multidão preparada para assistir e tirar fotos.
Nascer do sol Angkor Wat nublado.
Nascer do sol em Angkor Wat só que nublado.
Angkor Wat.
Angkor Wat.

 

Angkor Wat: É o templo principal de Angkor e o maior monumento religioso do mundo. E também é o templo mais preservado do Camboja. Seu símbolo aparece na bandeira do Camboja, tamanha importância ele tem para o país. Possui 5 torres imensas e tem diversas galerias, pátios, salas, corredores e esculturas.

Ele é imenso! Sua entrada é por uma ponte, mas dos lados são gramados. Como toda entrada de templo, essa não faltou as imponentes esculturas de pedras dos lados. Após subir umas escadas você pode seguir para direita, esquerda ou adiante. O templo é composto por três níveis e nesse primeiro andar há desenhos que foram esculpidos nas paredes dos corredores em alto relevo. Não podia encostar, mas o “serumanu” encosta né… está aí o motivo de tantos lugares estarem se desgastando por causa do turismo em massa.

O formato é de vários quadrados um dentro do outro e o templo é meio simétrico, logo o que tem do lado esquerdo tem no direito, com a diferença de desgaste do tempo – às vezes a mesma escultura do corredor esquerdo pode estar arrebentada e do corredor direito não. Então pela falta de tempo e a preguiça nos andávamos um corredor e no meio do “quadrado” entravamos em outro quadrado e por assim adiante. Não me orgulho de falar isso, mas estou sendo prática, é tudo muito parecido e o tempo é literalmente dinheiro, em doletas… rsrs

 

caminho complexo
Caminho para chegar ao complexo de Angkor Wat.
entrada complexo.
Entrada do complexo.
ponte
Ponte que leva até o templo.
templo pequeno
Um dos templos pequenos dentro do complexo.
pequeno templo
Um dos pequenos templos que ficam dentro do espaço de Angkor, esse tem uma janela com vista para Angkor Wat.
local nascer do sol
É aqui onde as pessoas ficam para ver o nascer do sol.
Macaco dentro do complexo.
entrada angkor wat
Entrada de Angkor Wat.
angkor wat visto de fora
Templo Angkor Wat visto de fora.
corredores
Corredores de Angkor Wat.
imagens paredes
Imagens nas paredes.
monge
Turistas com o monge.
interior templo
Interior do templo.
interior templo
Templo de Angkor Wat por dentro.
buda
Um dos budas espalhados pelo templo.
patio centro
Vista do pátio do centro para Bakan.
Templo Angkor Wat.
Templo de Angkor Wat.
Templo Angkor Wat.
Templo de Angkor Wat.

 

Tem um templo alto no meio de tudo onde estão as torres, o templo central ou Bakan – a visita é limitada a 100 pessoas por vez, vão entrando conforme vão saindo e por isso se forma uma fila enorme para entrar nele a partir das 7:40h.

Na entrada da escada bem íngreme e alta tem guardas que controlam a entrada das pessoas e dão um crachá. Você entra por uma porta, dá a volta (formato quadrado também) e sai pela outra, descendo as escadas. Você só tem 15 minutos para ficar lá em cima, mas não tem nenhum meio prático de controlar isso, então dá para ficar mais se quiser, embora 15 minutos sejam suficientes. A vista é bem bonita e vale a pena.

 

fila templo central
Fila para entrar no templo central.
subida templo central
Subida para o templo central.
passe bakan
Crachá para entrada no templo central.
corredor templo central
Nos corredores do templo central.
monge
Monge.
torre bagan
Uma das torres de Bakan.

 

Obs: Alguns corredores tem morcegos no teto e um cheiro forte de xixi, ande rápido pra não ser metralhado quando passar.

Quando saímos de Angkor, passeamos um pouco pelo jardim enorme e tiramos umas fotos nas casinhas que tem no meio do espaço, uma de cada lado. Tem uma vista legal do templo maior.

E ao sair dos portões há alguns quiosques vendendo comida, paramos para beliscar e estava bem gostoso. Compramos dois sanduíches e ganhamos 1 batata frita e estava bem gostoso – custava em torno de US$ 6.

 

quiosque lanche

Quiosque de lanches do lado de fora do templo.

quiosque lanche

Quiosque de lanches do lado de fora do templo.

 

Depois fomos com Mr. Phai para a próxima parada do circuito grande.

 

 

Preah Kham: É um templo que ocupa um espaço considerável, mas não é alto. Para chegar até ele passa-se por uma ponte de pedra bem bonita pois tem um lago ao redor. Tem muitas portas e espaços para olhar. No centro dele tem uma escultura que é uma estupa que fica no santuário central. E há corredores que te levam para direita e esquerda em meio às ruínas. E em alguns pontos tem árvores grandes no meio das portas e janelas.

Um segurança que trabalhava lá nos chamou para mostrar lugares escondidos e “dar uma de guia” – obviamente nos pediu dinheiro depois. Ele nos mostrou a imagem da mulher do rei e da irmã dela, que era sua amante, e essa realmente estava bem escondida rs. As duas imagens tinham oferendas no chão. Não sei se era verdade mas… Ele também mostrou uma árvore saindo no meio da construção.

 

jardim entrada
Jardim de entrada para o templo de Preah Kham.
lago ponte entrada
Lago que fica por baixo da ponte da entrada.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Entrando Preah Kham.
Entrando em Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
ruínas
Ruínas do templo.
santuário central
Estupa que fica no santuário central.
abertura teto
Abertura no teto.
imagem mulher do rei
Imagem da mulher do rei esculpida na parede e oferendas ao seu redor.
imagem amante do rei
Imagem da amante do rei irmã da rainha escondida entre as paredes.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Templo Preah Kham.
Em uma das construções do templo já em ruínas.
Templo Preah Kham.
Árvore enorme no final do templo.

 

 

Neak Peam: Tem um lago em frente com um pierzinho bem bonitinho. Para chegar até o espaço dos templos você passa por um corredor de terra com vendedores e uma bandinha composta na sua maioria por acidentados das inúmeras minas terrestres presentes no país. Eles tocam quando o turista passa, tentando ganhar algum trocado.

Também passamos por uma pontezinha estreita pois há um lago ao redor do templo. É um templo que fica numa ilha artificial, fazendo com que seja bem diferente dos outros templos. Além de ser um espaço pequeno, não se pode mais entrar em muitos lugares, então você só vê de longe as estruturas dentro do lago. Vê-se tudo bem rapidinho.

 

Entrada para Neak Peam cheia de camelôs.
ponte
Ponte que atravessamos antes de chegar no templo.
construção no lago
Uma das construções que ficam no lago.
construção na água
Outra construção na água.

 

 

Ta Som: Lembra um pouco o Ta Prohm, só que bem menor, pela cor, vegetação e as árvores grandes que cresceram nas rochas. É bem bonito também. Nós fomos abordados aqui pela garotinha que falava português para vender imãs.

 

entrada
Entrada Ta Som.
Templo Ta Som.
Templo de Ta Som.
Templo Ta Som.
Templo de Ta Som.
Templo Ta Som.
Templo de Ta Som.
Templo Ta Som.
Templo de Ta Som.
saída templo
Uma das saídas do templo cercada pela árvore.
criança vendendo
Uma das crianças que estava vendendo cartões postais.

 

 

East Mebon: Esse templo está bem arruinado pelo tempo, suas pedras são menores e vermelhas, talvez por ter um material diferente, ele tenha um desgaste mais fácil. Você consegue ver tudo rápido, pois não tem muita coisa e em alguns pontos não é permitido a entrada. Ele é famoso por suas enormes esculturas de elefantes, uma em cada ponta, e uma delas está muito bem conservada.

 

entrada
Entrada East Mebon.
ruínas
Templo de East Mebon, digamos que está mais arruinado que os outros.
Templo East Mebon.
Templo de East Mebon.
Templo East Mebon.
Templo de East Mebon.
escultura elefante
Este elefante ainda está em ótimo estado.

 

 

Pre Rup: Um templo pequeno, mas alto tipo montanha. Precisa subir uma escadaria para chegar ao topo. Também é feito de tijolos vermelhos e está bem desgastado. E algumas entradas não tem acesso, então você vê bem rapidinho.

 

Entrada
Entrada.
Templo Pre Rup.
O templo é alto e com muitas escadas íngremes.
Templo Pre Rup.
Templo de Pre Rup.
Templo Pre Rup.
Templo de Pre Rup.
passagens proibidas
Algumas passagens estão proibidas.
vista alto templo
Vista do alto do templo.

 

 

Achamos os templos do circuito pequeno mais bonitos, com exceção de Angkor Wat que é uma maravilha.

Outro lugares que não fomos:

  • War Museum Cambodia
  • Chong Kneas Floating Village
  • Vila Kompong Phluk
  • Temple balcony
  • Apsara Theatre
  • Pôr do sol em Phnom Bakheng


NOSSO ROTEIRO

 

1º dia:

  • Angkor National Museum
  • Pub Street
  • Old Market

2º dia:

  • Circuito Pequeno
  • Siem reap art center night market
  • Angkor Night Market

​3º dia:

  • Nascer do sol em Angkor
  • Angkor Wat
  • Circuito grande

 

 


Confira nosso guia de viagem mais detalhado de roteiro do Camboja, você pode clicar aqui. Ou selecionar o assunto que mais te interessa:

  • Moeda do Camboja aqui
  • Visto do Camboja aqui
  • Roteiro completo de Siem Reap aqui.
  • Guia de viagem do Camboja aqui

 

Faça o Download do roteiro GRÁTIS

 

E se quiser saber mais detalhes de como tirar o visto para o Camboja veja nosso post.

 

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Ana Paula

Olá! Eu sou Ana Paula. Sou formada em publicidade, amo viajar e me conectar com pessoas, lugares e culturas diferentes. Já visitei 11 países, inúmeras cidades e vou continuar Até Onde eu puder Ir.

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12 Comments

  1. Sil Mendes 13 de maio de 2020

    Achei super completo esse seu post sobre o que fazer em Siem Reap. Não sabia que tinha tanta coisa p ver, aliás esse é um lugar que quero visitar depois que passar esse período que estamos vivendo.

    Responder
    1. Ana Paula 15 de maio de 2020

      Você vai gostar muito, nós amamos.

  2. Hebe C 14 de maio de 2020

    Parabéns seu post está perfeirto, completo e muito bem explicado.

    Responder
    1. Ana Paula 15 de maio de 2020

      Obrigadaaaaaaaaaaa!

  3. Michele da Costa 14 de maio de 2020

    Muito detalhadas e úteis suas dicas sobre o que fazer em Siem Reap. Que lugar interessante! Já salvei aqui. Obrigado!

    Responder
    1. Ana Paula 15 de maio de 2020

      Que bom que gostou!

  4. Maria C 14 de maio de 2020

    Quantas atrações deliciosas em Siem Reap! Adorei o Ta Som. A saída cercada pelo árvore é bem emblemática. Ai que vontade de explorar tudo isso! 😊

    Responder
    1. Ana Paula 15 de maio de 2020

      É maravilhoso mesmo, nós amamos.

  5. Fernanda Scafi 18 de maio de 2020

    Post super completo e necessário para quem quer conhecer o Camboja e Angkor Wat. Não sou tão chegada em viagens pela Ásia, mas Angkor Wat é justamente o que mais quero conhecer por lá e com certeza o seu post vai ajudar demais a fazer o meu roteiro!

    Responder
    1. Ana Paula 19 de maio de 2020

      Que bom, fico muito feliz por isso!

  6. Patrícia Veludo 1 de outubro de 2021

    Meu sonho é conhecer Siem Reap e depois de ler o seu post, fiquei ainda com mais vontade de o fazer.

    Responder
    1. Ana Paula 3 de outubro de 2021

      É muito maravilhoso, recomendo.

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